Macau: Air Macau inicia em Novembro voos para Guilin e Seul
Arquivo Lusa 1999
Macau, 13 Set (Lusa) - A Air Macau inicia em Novembro voos para Guilin, China, e Seul, e vai adicionar um voo à sua ligação para Kunming, província chinesa de Yunnan, anunciou hoje o presidente do Conselho de Administração, Wang Guixiang.
Enquanto para o primeiro destino a Air Macau efectuará três voos semanais (quarta-feira, sábado e domingo), para o segundo terá apenas dois voos (quarta-feira e sábado).
Para Kunming, a transportadora do território irá adicionar um voo à sexta-feira, mantendo o actual de segunda-feira.
A Air Macau chega actualmente a 14 cidades, a maior parte das quais na China continental, realizando 104 voos semanais.
Desde a sua criação em 13 de Setembro de 1994 e o primeiro voo em 09 de Novembro de 1995, a Air Macau viu a sua frota aumentar para oito aparelhos - cinco Airbus 321 e três Airbus 320. Até Junho último, a companhia transportou mais de 3,4 milhões de passageiros e 40 mil toneladas de carga e correio.
O número de passageiros este ano deverá atingir 1,23 milhões e a carga 16 mil toneladas. Os activos da Air Macau que à data da incorporação ascendiam a 400 milhões de patacas situam-se agora em 1.100 milhões.
Para o desenvolvimento da companhia, o Conselho de Administração decidiu aplicar um conjunto de medidas, a primeira das quais pretende p"r em evidência a superioridade do conceito "serviço com um único aparelho" que, no fundo, pretende chamar a si a maior parte do tráfego aéreo entre a China e Taiwan, que hoje representa 80 por cento do total da companhia.
A companhia quer ainda estabelecer passo a passo uma rede aérea, ligando o interior da China, para acelerar o desenvolvimento do mercado turístico regional. Pretende ainda explorar a nova fonte de tráfego com o desenvolvimento do negócio de carga e de correio expresso.
Por último, a Air Macau pretende explorar o mercado europeu para permitir que Macau continue a desempenhar o seu papel de ponte entre a China, Ásia e Europa e, para esse fim, está a realizar estudos de viabilidade económica para dar resposta aos desejos dos clientes em Macau, Portugal e China.
Lusa/Fim