Macau: Administração “nunca deixou de fazer o que tinha de ser feito”
Arquivo Lusa 1999
Macau, 30 Jun (Lusa) - A crise económica que atingiu Macau e a região nos últimos anos "nunca levou a administração (de Macau) a deixar de fazer aquilo que tinha de ser feito por falta de recursos financeiros", disse hoje o governador do território, Rocha Vieira.
"Tudo o que tinha de ser feito, desde as obras à formação de quadros, foi feito e apesar de os últimos anos terem sido de grave crise, podemos dizer que a administração do território previu a tempo, executou com rigor aquilo que tinha de fazer e geriu com rigor os recursos do território", disse Rocha Vieira no final de uma visita às obras de construção do edifício próprio da Assembleia Legislativa local.
O governador comentava a decisão do governo de propor o congelamento dos salários da função pública local em 1999 considerando que não resultou de considerações sobre a saúde financeira de Macau mas por ser uma decisão "correcta" tendo em conta a situação de inflação negativa que o território atravessa.
Rocha Vieira salientou que as organizações laborais locais concordaram com a decisão do governo sobre o congelamento de salários e adiantou que, numa "situação inédita", o executivo enfrenta "resistências" de organizações laborais e patronais que consideram excessivo o nível de aumentos de pensões e subsídios propostos.
Lusa/Fim