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Exposição revela “fio invisível” que atravessa arte de Portugal e China

Lisboa, 29 out 2019 (Lusa) - Uma exposição coletiva com obras de arte contemporânea de artistas de Portugal, Macau e China é inaugurada na quarta-feira em Lisboa, para assinalar o "fio invisível" que une os dois países.


De acordo com a organização, a exposição - intitulada "O Fio Invisível - Arte Contemporânea Portugal - Macau | China" - tem como objetivo promover o diálogo através das manifestações artísticas, e é organizada pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA).


A mostra acontece para assinalar a celebração dos 40 anos de relações diplomáticas oficiais entre Portugal e a China, e a criação da Região Administrativa Especial de Macau.


Com curadoria de Carolina Quintela, e sob a coordenação de Adelaide Ginga, esta exposição coletiva reúne, nos diversos discursos estéticos, obras dos artistas Ana + Betânia, Ana Pérez-Quiroga, António Júlio Duarte, Bai Ming, Chan Wai Fai, Fernão Cruz, José Drummond, José Maçãs de Carvalho, Liu Jianhua, Mio Pang Fei, Nuno Cera, Pedro Valdez Cardoso, Rui Rasquinho e Wong Ka Long.


Os artistas representados são de origem chinesa e portuguesa, mas estes também com alguma ligação à China, no seu percurso.


"Esta ponte de afinidade entre artistas e os seus discursos pretende refletir sobre o passado, olhando simultaneamente para o futuro, numa atitude crítica de intercâmbio, celebração, aproximação e encontro", assinala da UCCLA num comunicado sobre a mostra.


Com origem numa antiga crença chinesa, o "fio invisível" ou o "fio do destino", fala sobre um fio vermelho invisível que une as pessoas que estão predestinadas a encontrar-se, independentemente do tempo ou lugar.


A exposição "O Fio Invisível - Arte Contemporânea Portugal - Macau | China", é inaugurada na quarta-feira, às 18:30, na sede da UCCLA, na Avenida da Índia.



AG // TDI


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