Lucros do HSBC aumentaram 31,4% no primeiro trimestre
Pequim, 03 mai 2019 (Lusa) - O banco HSBC, uma das maiores entidades financeiras do mundo, obteve lucros de 4.910 milhões de dólares (4.398 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 31,4% do que no mesmo período de 2018, foi hoje anunciado.
As receitas do HSBC cifraram-se em 14.428 milhões de dólares (12.927 milhões de euros) nos primeiros três meses, mais 5,2% do que no mesmo período de 2018.
Os gastos operacionais desceram para 8.222 milhões de dólares (7.367 milhões de euros), menos 12% do que no período homólogo de 2018.
Num comunicado enviado à bolsa de Hong Kong, o HSBC sublinha que os resultados do primeiro trimestre são "encorajadores", especialmente num contexto de incertezas no sistema económico mundial.
"São uns resultados encorajadores. Entretanto, permanecemos em alerta aos riscos da economia global. Estamos a administrar de forma proativa os custos e os investimentos, em linha com esta perspetiva mais incerta", sublinha no comunicado o CEO (Chief Executive Officer, presidente executivo) do HBSC, John Flint.
O banco aumentou ligeiramente o rácio de capital total (Tier-1) de 17% no último trimestre de 2018 para 17,3% no primeiro trimestre deste ano.
Quanto ao rácio de capital de qualidade máxima (Common Equity Tier 1, CET 1), a percentagem desceu de 14,5% no primeiro trimestre de 2018 para 14,3% nos primeiros três meses deste ano, enquanto o rácio de alavancagem foi de 5,4% nos primeiros três meses deste ano, menos 3,57 pontos percentuais do que no mesmo período de 2018.
Os resultados antes de impostos foram de 6.213 milhões de dólares (5.570 milhões de euros), a maioria proveniente do continente asiático, com uma contribuição de 81% (5.000 milhões de dólares ou 4.490 milhões de euros), número que contrasta com o de 100,3% verificado no primeiro trimestre de 2018.
A seguir à Ásia, as maiores contribuições foram da região do Médio Oriente e do Norte de África, com 7,5% (465 milhões de dólares ou 416 milhões de euros), América do Norte, com 6,1%, e a América Latina, também com 6,1%.
A única região com saldo negativo foi a Europa, com um total de 14 milhões de dólares (12,5 milhões de euros) e uma contribuição negativa de 0,22% nos resultados antes de impostos.
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