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Macau: Governador destaca papel da medicina chinesa no sistema de saúde do território

Arquivo Lusa 1999

Macau, 18 Set (Lusa) - O governador de Macau, Vasco Rocha Vieira, destacou hoje o papel da medicina tradicional chinesa nos indicadores de saúde do território, durante um encontro internacional da especialidade que decorreu em Macau.

"Os notáveis indicadores de saúde demonstram bem a elevada qualidade dos serviços de saúde de Macau, quer ao nível da rede de cuidados de saúde primários e de prevenção quer dos cuidados  diferenciados hospitalares. Neste conjunto a componente de medicina chinesa tem tido um papel significativo", disse Rocha Vieira.

O governador, falando na cerimónia de abertura do Simpósio Internacional de Medicina Chinesa de 1999, realçou também a presença no evento de Zhan Wen Kang, ministro da saúde da China, encarando-a como uma "superior garantia de que a colaboração da China, até aqui tão relevante vai continuar para o futuro".

O director do Gabinete Regional para o Pacífico Ocidental da Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou, esta semana, como "excelentes" os indicadores de saúde de Macau.

"A taxa de mortalidade infantil em Macau é de 4,8 por cada mil nascimentos, uma das mais baixas da região, além de que, com 17 médicos para cada dez mil pessoas, o território tem um dos serviços de saúde da região com melhores recursos humanos", disse Shigeru Omi na cerimónia de abertura da 50.ª sessão plenária do Comité Regional para o Pacífico Ocidental da OMS.

Rocha Vieira lembrou ainda a importância do simpósio para a "consolidação de uma gestão moderna da medicina chinesa de Macau", uma vez que é uma área da saúde procurada por um largo segmento da população do território.

O Simpósio Internacional de Medicina Chinesa de 1999 é organizado pela Associação dos Investigadores, Praticante e Promotores da medicina Chinesa de Macau, com o apoio da OMS, da  Administração da Medicina Tradicional Chinesa do governo central chinês e dos Serviços de Saúde de Macau.

No encontro do território participam mais de 300 delegados, provenientes do Canadá, Holanda, Japão, Singapura, Malásia, Hong Kong, Taiwan, China e Macau.

Lusa/Fim