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Festival Fringe promete arte nas ruas e bairros de Macau no arranque de 2020

epa07247731 Catholic takes photo beside the Xishiku Catholic Church in Beijing, China, 25 December 2018. Catholics in China attend church masses as they prepare to celebrate the religious holiday to commemorate the birth of Christ.  EPA/WU HONG

O festival Fringe vai levar arte às ruas e bairros de Macau no arranque de 2020, oferecendo dança, música e teatro, prometeu a presidente do Instituto Cultural, entidade que organiza o evento.

“O festival é diferente de qualquer outro evento jamais organizado, permitindo que o palco seja montado em qualquer lugar e levando os artistas a mergulhar nos vários bairros comunitários, a fim de envolver o público nos seus espetáculos”, sublinhou Mok Ian Ian na conferência de imprensa que serviu para apresentar o evento.

O Festival Fringe da Cidade de Macau decorre entre 10 e 19 de janeiro em 27 locais e integra artes como a dança, música e teatro, oferecendo 17 programas e 13 atividades complementares, que envolvem desde palestras, exposições e ‘workshops’, para um público que vai desde as crianças aos mais idosos.

A Casa de Portugal em Macau vai participar na iniciativa através do espetáculo “Era uma vez em Macau”, com o qual “representar cenários exploratórios e de fantasia associados à cidade através da música e da comunhão entre o passado e o presente”.

Artistas de territórios e países como Espanha, Canadá, Reino Unido, Hong Kong, Taiwan e, claro, de Macau participam no festival que tem como tema “a criação sem limites mostrá-lo-á por aí”. Os bilhetes estão à venda a partir de domingo.

Na 19.ª edição, a organização prometeu que os “vários artistas locais guiarão os participantes numa viagem de exploração a uma série de edifícios residenciais e monumentos culturais, oscilando entre o passado e a realidade”, de forma a assegurar ao público “uma experiência cultural urbana alternativa”.

 

João Carreira