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Companhia de Seguros de Macau com lucro de 2,99 milhões de patacas em 1998

Arquivo Lusa 1999

Macau, 08 Jul (Lusa) - A Companhia de Seguros de Macau (CSM), controlada em 94 por cento pelo grupo BCP/Atlântico, obteve lucros de 2,99 milhões de patacas no exercício de 1998, de acordo com o  Relatório e Contas hoje publicado.

O resultado líquido do exercício representa um acréscimo de 16,4 por cento relativamente ao apurado um ano antes, refere o relatório da CSM, cujos principais accionistas são a Seguros e Pensões Gere, SGPS, SA, com 50,95 por cento, e o Banco Comercial de Macau, com 43 por cento. O capital social da CSM é de 15 milhões de patacas.

A CSM explora apenas os ramos reais, com o ramo Vida a ser explorado pela Companhia de Seguros de Macau Vida, onde a primeira detem uma participação de 99,85 por cento do capital social de 30 milhões de patacas.

No seu relatório, o Conselho de Administração afirma ter a companhia logrado um aumento da sua produção em 6,1 por cento para 53,145 milhões de patacas, embora o mercado não-Vida do território  tenha tido uma diminuição dos prémios processados, devido ao agravamento da situação económica e do estreitamento continuado das margens técnicas.

Por seu turno, a sinistralidade - medida pelo rácio entre as indemnizações de seguro directo e os prémios processados - atingiu 38 por cento ou 20,166 milhões de patacas, o que representa um acréscimo  homólogo de 17,8 por cento. Tal agravamento ficou a dever-se, essencialmente, a um aumento significativo da sinistralidade automóvel.

No caso concreto do ramo Automóvel, onde a CSM teve prémios brutos de 25,5 milhões de patacas, as indemnizações pagas no decurso do exercício ascenderam a 12,9 milhões de patacas.

Lusa/Fim