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Chefe do Governo de Macau em Xangai para exposição internacional de importações

Macau, China, 03 nov 2019 (Lusa) - O chefe do Executivo de Macau, Fernando Chui Sai On, desloca-se no início da semana a Xangai, o grande centro financeiro do continente chinês, para participar na segunda exposição internacional de importações da China.


Chui Sai On, que vai deixar o cargo a 20 de dezembro, após 10 anos na chefia do Executivo, lidera a delegação de Macau no certame, que decorre entre terça-feira e domingo em Xangai (leste), segundo um comunicado do porta-voz do Governo.


No evento são esperadas "personalidades do meio político e empresarial, oriundas de cerca de 170 países e regiões, bem como vários representantes de entidades internacionais", é referido na mesma nota.


O pavilhão de Macau está localizado no interior do pavilhão da China, no âmbito da Feira Nacional de Comércio e Investimento, e acolhe a exposição 'Macau Hub', com o centro histórico da cidade, património mundial da UNESCO, como pano de fundo.


"Através de instalações visuais interativas e trabalhos gráficos, os visitantes terão oportunidade de conhecer as conquistas e o progresso socioeconómico alcançados nos últimos 20 anos", desde o regresso de Macau à China, em 1999.


Com recurso à realidade virtual, "os visitantes poderão ainda simular uma caminhada por algumas das ruas mais icónicas" do antigo território administrado por Portugal, é referido noutro comunicado oficial.


À semelhança do ano passado, o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) e o Fundo das Indústrias Culturais organizaram a participação de vários setores nesta exposição empresarial.


O certame é organizado pelo Ministério do Comércio e o Governo Popular de Xangai, com o apoio da Organização Mundial do Comércio (OMC), da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO).


Anunciada pelo Presidente chinês, Xi Jinping, em 2017, a exposição internacional de importações da China constitui uma importante medida de Pequim para apoiar a liberalização do comércio e a globalização económica.



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